A propósito da eleição dos novos órgãos sociais do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Alentejo (Cebal), ao qual presidirá o presidente da Câmara Municipal de Beja, Nuno Palma Ferro, o “Diário do Alentejo” quis saber qual o caminho a trilhar no triénio 2026-2028.
Texto José Serrano
Recentemente eleitos os novos órgãos sociais do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Alentejo (Cebal), presidirá a esta entidade o presidente da Câmara Municipal de Beja. Tem já diagnosticadas as necessidades da instituição e, consequentemente, definidos os objetivos que pretende atingir, no âmbito do Cebal, durante o triénio 2026-2028?
No triénio 2026-2028 o principal objetivo a atingir prende-se com a consolidação do Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia – Edifício Cebal e o consequente funcionamento de toda a estrutura.
Como classifica a importância da investigação científica promovida pelo Cebal no contexto da política de desenvolvimento que pretende para o concelho de Beja?
A investigação científica promovida pelo Cebal, no contexto da política de desenvolvimento que se pretende para o concelho de Beja, é muito importante. O Cebal é um polo de modernidade e desenvolvimento, pela investigação que faz. O facto de estar sediado em Beja potencia a relação entre as empresas e a comunidade científica, sem a qual é impossível uma região ancorar o futuro de forma otimista.
Estando profissionalmente ligado ao ensino e à academia, considera poder apresentar uma visão privilegiada para a tomada de decisões profícuas relativas a este centro de investigação?
Toda a minha experiência e vivência académicas se encontram explanadas na tomada de decisões relativas a este e outros assuntos. Seguramente, para investigar é preciso ser criativo e arrojado. Eu tento ser.