Diário do Alentejo

O bar do Melius
Opinião

O bar do Melius

Luís Covas Lima, bancário

25 de junho 2019 - 11:00

Espaço que há muito se tornou icónico na cidade de Beja, há um ano renovado e agora francamente muito mais acolhedor. Desde que o hotel Melius foi inaugurado, é lugar de culto para várias gerações. Recordo com nostalgia outros tempos, vultos da nossa cidade, o convívio sempre presente e vivido de forma desinteressada. Saber dar para receber sempre foi o apanágio dos seus clientes e daqueles que desde então os serviram. Aqui cultivou-se sempre a amizade e o respeito pelo próximo.


Espaço privilegiado para encontros, tertúlias per si, local de eleição para visualização dos jogos da bola, intimista para relações sem ralações, ótimo para negócios, descontração e reflexão. Aqui há uma equação que sempre funcionou. A motivação para o frequentar resulta dos resultados obtidos menos as expectativas. Por isso sempre positivo e em alta. Recomendo-o vivamente a todos aqueles que estão em Beja e a todos aqueles que nos visitam. Espaço cuidado, porque sempre servido por profissionais, onde desde há muito impera a qualidade e o foco nos clientes. Desde o management aos colaboradores tudo funciona em harmonia e por objetivos comuns.

 

Os espaços de melhoria são identificados, as rotinas antigas são reinventadas, a inovação está presente e o resultado está à vista. Neste contexto, não esqueço o empreendedor, comendador Leonel Cameirinha, e a sua filha Cristina Cameirinha, que deu continuidade ao projeto do seu mentor. Uma palavra especial de franco reconhecimento à equipa que sempre suportou o serviço do bar. Não querendo ser injusto por me poder esquecer de alguém, evoco, no entanto, e com a amizade, o Jorge, o Quim, o Tó-Zé e, mais recentemente, a Marlene. Profissionais de excelência, amigos do seu amigo, confidentes na confissão, são eles por direito próprio os alicerces do bar do Melius.

 

Espaço que visito com alguma regularidade porque aí me sinto bem, é um recordatório de emoções, porque noutros tempos, noutras alturas e noutras estórias, lembro-me de tudo e de todos, mas particularmente de um amigo especial, o meu pai, João Covas Lima, médico, aquele que reconhecia com especial apreço, o melhor amigo que um amigo pode ter e que esteja onde estiver estará sempre presente, com os seus amigos no bar do Melius.

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