Diário do Alentejo

Hospital Central do Alentejo será “motor de desenvolvimento”

14 de agosto 2019 - 15:35
DRDR

O novo Hospital Central do Alentejo, cujo concurso público para a sua construção foi hoje lançado, "será um motor de desenvolvimento regional e de coesão social", afirmou o presidente da Administração Regional de Saúde (ARS).


A futura unidade hospitalar, a construir em Évora, será "um motor de desenvolvimento regional e de coesão social para o Alentejo", considerou o presidente da ARS do Alentejo, José Robalo, em declarações à Lusa.


O concurso público internacional para a empreitada de construção do novo Hospital Central do Alentejo, num investimento superior a 150 milhões de euros, foi lançado hoje pela ARS.
Segundo o anúncio do concurso, publicado hoje em “Diário da República” (DR), o valor do preço base para a "realização dos trabalhos, prestações de serviço e fornecimentos para a empreitada de construção do novo hospital" é de 150 421 727 euros.


José Robalo sublinhou que o lançamento do concurso público para a empreitada é "mais uma etapa decisiva" para que "o novo Hospital Central do Alentejo se torne uma realidade em dezembro de 2023".


"Esta é uma ambição de todos os profissionais do [atual] hospital de Évora e de toda a população do Alentejo, sendo complementar às restantes unidades de saúde da região", vincou.
A ARS do Alentejo indicou que o novo hospital envolve um montante total "superior a 180 milhões de euros", uma vez que aos 150 milhões de investimento previsto (incluindo 40 milhões de fundos europeus) acresce 23 por cento do imposto sobre o valor acrescentado (IVA).


O Hospital Central do Alentejo, que será construído na periferia de Évora, vai ter um edifício que ocupará uma área de 1,9 hectares e que terá uma lotação de 351 camas em quartos individuais, que pode ser aumentada, em caso de necessidade, até 487 camas.


A futura unidade hospitalar vai dar resposta às necessidades de toda a população do Alentejo, com uma área de influência de primeira linha que abrange cerca de 200 mil pessoas e, numa segunda linha, mais de 500 mil pessoas.


A infraestrutura contará com 11 blocos operatórios, três dos quais para atividade convencional, seis para atividade de ambulatório e dois para atividade de urgência, cinco postos de pré-operatório e 43 postos de recobro.

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