A Câmara Municipal de Odemira aguarda por “um plano de intervenção detalhado para restaurar as condições de circulação nas vias mais críticas do concelho”, com o objetivo de garantir a segurança e a mobilidade da população.
O presidente da Câmara de Odemira pediu esclarecimentos à Infraestruturas de Portugal (IP) sobre o planeamento de intervenção na rede rodoviária do concelho, severamente afetada pelo recente “comboio de tempestades”.Em comunicado de imprensa enviado ao “Diário do Alentejo”, Hélder Guerreiro recorda que várias estradas nacionais no concelho de Odemira “estão cortadas ou em condições perigosas para a circulação”. “Entre as vias mais críticas estão a EN266 e EN390, que estão cortadas ao trânsito, a EN123, que se encontra em situação quase intransitável, e as EN120, EN389 e EN393, que necessitam de reparações urgentes para evitar uma degradação total”.O autarca sublinha que, embora a IP tenha realizado algumas intervenções no passado, “este é um momento dramático para o concelho”, que exige “o foco, a disponibilidade e a urgência na intervenção que este momento impõe”. Hélder Guerreiro recorda, ainda, que o ministro das Infraestruturas e Habitação afirmou que “a Infraestruturas de Portugal está mandatada para executar o mais rapidamente possível a reparação das infraestruturas danificadas”, com 400 milhões de euros já previstos em orçamento para esse efeito.O autarca acrescenta que a população de Odemira “exige essa intervenção por respeito à garantia da sua qualidade de vida” e que a falta de manutenção das estradas “compromete não só a segurança rodoviária, mas também as atividades económicas e o desenvolvimento local”.