O Movimento em Defesa do Hospital de São Paulo, Serpa, refere, em comunicado, que “tem feito todos os contactos para apurar a verdadeira dimensão da catástrofe que é a prestação de cuidados de saúde desta unidade”.
Segundo o mesmo, foram pedidas “reuniões com todas as entidades envolvida, tendo a ARS e Santa Casa acusado a receção do pedido mas não nos foi concedida ainda nenhuma data para o encontro”.
Afirmando que estão a par das dificuldades de pagamento dos salários por parte da Santa Casa da Misericórdia de Serpa, o grupo de cidadãos acrescenta ter tido conhecimento “da retirada de utentes das unidades que funcionam no edifício do hospital” e que “nos próximos 15 dias a urgência vai ser praticamente inexistente”.
“Tudo isto debaixo de um secretismo enorme”.