Diário do Alentejo

Festival B propõe “encontros inéditos entre artistas”

28 de junho 2019 - 16:50
DRDR

Rão Kyao & Coro do Carmo (largo do Lidador, 21:00 horas), Buba Espinho & Rancho de Cantadores de Aldeia Nova de São Vento (pátio das Laranjeiras, 22:10 horas) e Jorge Palma & Mafalda Veiga (largo do museu, 23:20 horas) são os convidados de hoje do Festival B, evento promovido pela Câmara de Beja, que se prolongará até domingo, dia 30, no centro histórico.


Esta segunda edição do festival é dedicada à celebração de Mariana Alcoforado, no ano da comemoração dos 350 anos da primeira edição impressa das cinco Cartas Portuguesas.


Para este segundo dia o programa reserva ainda, no terraço do Museu Regional de Beja, a atuação de Ana Santos (18:00 horas) e a iniciativa Beja Enamorada – Jorge Serafim Convida… (18:45 horas).


“Songs of love and despair”, de Gisela Cañamero marca o início do terceiro dia de festival, amanhã, sábado (terraço do museu, 18:00), sendo seguido de mais uma Beja Enamorada – Jorge Serafim Convida… (terraço do museu, 18:45 horas). Às 21:00 horas, o largo do museu receberá Cante Novo e, às 21:25 horas, no mesmo espaço, atuarão Sara Correia & Sandra Maya. Segue-se, no largo do Lidador, “100 passos – 12 canções de amor” (22:40 horas), e, no pátio das Laranjeiras, “Missa brevis”, com João Gil & Grupo de Cantares Femininos de Aljustrel (23:50 horas). A noite terminará ao som da Ala dos Namorados & Filarmónica Capricho Bejense, no largo do Lidador (00:40 horas).


Para domingo estão reservadas as atuações de Malino & António Revez (terraço do museu, 18:00 horas), mais uma Beja Enamorada – Jorge Serafim Convida… (terraço, 18:45 horas), “Maralflor”, espetáculo de dança Musibéria (pátio das Laranjeiras (21:00 horas), Anaquim & Filipa Pais (largo do Lidador, 22:00 horas) e Vitorino & Coro de Câmara de Beja (largo do museu, 23:10 horas).


Incluído na programação do festival, estão ainda patentes ao público, até domingo, no museu regional, as exposições “100 Passos” e “Vida de Leonel Borrela” e a mostra bibliográfica “Cartas Portuguesas”, em que é apresentado um exemplar original da primeira edição das Cartas Portuguesas (de 1669).


Paulo Ribeiro, diretor artístico do festival, realçava, aquando da apresentação do certame, que, em relação ao ano passado, está é “uma iniciativa mais eclética, uma vez que o tema também o permite”.

Comentários